sexta-feira, 29 de março de 2013

Transformações possíveis - Arquitetura não solicitada

Bicicletáxi





O conceito da Bicicletáxi é: Um meio de transporte não poluente, acessível, simpático e sem dúvida, mais barato que os veículos tradicionais.  Inspirado nos rickshaws indianos, o curioso veículo funciona de uma maneira bem simples: um triciclo com assento para o “motorista” e mais duas pessoas.






Pelo mundo, faz sucesso em diversas cidades, não somente para passeios turísticos, mas como um transporte barato, não poluente, e de quebra, com uma vista interessante, já que normalmente não possui portas ou janelas. 







  Além disso, dependendo do trajeto, a bicicletáxi chegaria antes, já que consegue evitar congestionamentos.
Diversas cidades já oferecem o serviço e a nossa ideia seria inserir isso no atual contexto de BH: bicicletas circulando democraticamente entre os carros, ônibus e motocicletas, promovendo uma mobilidade mais ágil e demonstrando nosso amor pela cidade.







Pra finalizar um vídeo de uma música que ilustra bem nossa ideia:





"MOBILIDADE PELO MUNDO...

AMABILIDADE!"




Grupo:
Ariane Barros
Joyce Puff
Isabella Almeida

terça-feira, 19 de março de 2013

Parasita


 Desde sempre nós aprendemos que Parasita significa: organismos que vivem em associação com outros dos quais retiram os meios para a sua sobrevivência, normalmente prejudicando o organismo hospedeiro, um processo conhecido por parasitismo. Todas as doenças infecciosas e as infestações dos animais e das plantas são causadas por seres considerados parasitas.

 Vamos olhar pelo lado da arquitetura, onde o significado de Parasita não é algo muito diferente do que aprendemos "forma adaptável e exploradora da arquitetura que se associa a espaços existentes para retirar seus meios de existência.", porém nesse caso é um parasita BOM, podendo beneficiar a várias pessoas.

 Quando li a proposta desse trabalho, a 1ª coisa que me veio a cabeça foi: qual o local de Belo Horizonte, onde freqüento e que mais me prejudica, ou me desafia a pensar em algo arquitetônico possível?? A ideia veio quase momentaneamente: PRAÇA DA ESTAÇÃO ÀS 18:00 HORAS DA TARDE NO HORÁRIO DE VERÃO. 

 É engraçado pensar nisso, mas no mês de janeiro, quando estava de férias da faculdade, para ir para casa, pegava o ônibus na Praça da Estação nesse horário. Somente as pessoas que pegam ônibus ali, sabem da dificuldade do que é esperá-lo, por mais de 10 minutos que fosse, onde contém apenas 2 árvores no meio da Praça. O sol é escaldante neste lugar.

 Foi daí que tive a idéia de criar meu parasita: JARDIM MÓVEL.

Onde ficarão 4 carrinhos, com rodinhas e um básico jardim em sua parte superior, com uma árvore média, flores e uma graminha.

 Sei que não é muito e nem é suficiente, mas creio que já refresque um pouco o ambiente, podendo assim aliviar a sensação de estar no deserto...



VISTA FRONTAL DA PRAÇA

CORTE FACHADA


PLANTA PRAÇA



terça-feira, 12 de março de 2013

Uma coisa significa outra coisa quando muda de lugar?

 Engraçada essa pergunta, 

Uma coisa significa outra coisa quando muda de lugar?


Não sei, depende, talvez...

De acordo com o artista pesquisado por mim PPPP, mudaria, quando por exemplo, "tentou" colocar em uma tela de arte o mar. Depois de fazer e acontecer o que virou sua pintura?? Telas vazias...
Pois, por mais que ele tentasse pintar o mar deixando-o o mais parecido e real possível, não foi POSSÍVEL, aliás, foi possível enquanto ele estava na praia com essa intenção, quando foi para a exposição, já perdeu todo o sentido, já não tinha nada!

 Acho que as "coisas" tem muito haver com funcionalidade. Vou dar um exemplo:

 - No meu quarto posso ter um abajur lindo e maravilhoso, mas posso me cansar dele e fazê-lo virar um vaso de flores. Desse jeito ele vai deixar de seu um abajur?? Depende, pois ele não vai deixar de ser um abajur, mas não irá ter mais uma funcionalidade de abajur e sim de um vaso.

Confuso, porém interessante!!!



quarta-feira, 6 de março de 2013

Palácio das Artes - 30ª Bienal de São Paulo – A iminência das poéticas – Seleção de obras


PPPP (Productos Peruanos Para Pensar)

​PPPP Significa: Produtos Peruanos para Pensar. É um coletivo de um homem só: Alberto Casari. Temos uma série de obras que nos leva a pensar. Abaixo segue algumas fotos interessante. Por exemplo, como pintar o mar sendo o mais real possível? Uma pintura o mais fiel que ela possa ser não acaba sendo uma cópia??
Esses artistas e poetas peruanos encontraram uma maneira de pintar o mar e a natureza...





O resultado foram essas telas "aparentemente em branco", mas banhadas pela água do mar..

Ref.: http://rosanadepadua.blogspot.com.br/2012/09/pppp-na-30-bienal-afinal-o-que-e.html